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Reportagem: "Falta pouco para o Pego ser uma aldeia-fantasma"

Reportagem: "Falta pouco para o Pego ser uma aldeia-fantasma"

António Costa anuncia dentro de dias plano de revitalização para responder ao impacto na economia do fecho da central a carvão.

Joaquim Marcão atravessa a rua principal do Pego, com um molho de grelos que vai cozinhar para o almoço. Olha em redor e desabafa: "Falta pouco para o Pego ser uma aldeia-fantasma". Em qualquer ponto da aldeia de Abrantes, avista-se a Central Termoelétrica que adotou o nome desta aldeia e que é motivo de conversa e de preocupações há meses (se não anos, quando se sabia que em 2021 não iria ser renovada a licença de exploração).

A unidade que produziu, até há uma semana, energia através do carvão foi desativada antes do fim da licença (acaba na próxima terça-feira), para pôr fim à utilização de energias fósseis. A população, e os trabalhadores entendem o princípio ambiental, mas preocupa-os o que aí vem depois do despedimento de cerca de 150 postos de trabalho diretos e indiretos na zona.

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