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2019

Fundo do Clero com prejuízo de 45 mil euros na diocese Leiria-Fátima

Fundo do Clero com prejuízo de 45 mil euros na diocese Leiria-Fátima

O bispo de Leiria-Fátima divulgou as contas da diocese de 2019, onde se registou um prejuízo de 45 mil euros no Fundo Diocesano do Clero e um lucro de 15 mil euros no Fundo Económico Diocesano.

Esta é a primeira vez que a diocese divulga as contas publicamente, mas a publicação passará a ser feita todos os anos, em nome da transparência na administração dos bens da Igreja.

"Esta publicitação das contas diocesanas é um meio de dar a conhecer este aspeto da vida da nossa Igreja, de agradecer aos fiéis a sua generosidade e de assumirmos o compromisso de administrar fielmente os bens que nos são confiados para o cumprimento da missão eclesial no mundo", explicou o cardeal D. António Marto, em comunicado.

O Fundo Diocesano do Clero é alimentado por donativos e contributos de pessoas e instituições, e "tem como finalidade prover à condigna sustentação dos sacerdotes e diáconos", quando o não podem fazer as paróquias, instituições ou serviços onde exercem o ministério, ou como complemento à pensão dos que se encontram na situação de reforma.

O ano passado, registou 96 mil euros de receitas, sendo 58 mil euros correspondentes ao contributo dos sacerdotes, 25 mil euros das paróquias e 12 mil euros das missas e donativos. No campo da despesa, foram gastos 125 mil euros com o complemento de reforma dos padres idosos e 16 mil euros com complementos de remunerações. O saldo final ficou em 45 mil euros negativos.

Já o Fundo Económico Diocesano, que recolhe as ofertas, contributos e rendimentos para garantir os meios necessários ao bispo e seus colaboradores no governo da diocese, para a vida e atividade desta, incluindo as remunerações de padres e leigos ao seu serviço, obteve receitas de 490 mil euros e despesas de 474 mil euros, o que deu um saldo positivo de 15 mil euros.

Na parte das receitas, destaque para o contributo do Santuário de Fátima, no valor de 231 mil euros, e para o contributo das paróquias, que ascendeu a 78 mil euros. Do lado da despesa, a verba mais significativa foi para remunerações e encargos (258 mil euros) e para os gastos com evangelização, formação e subsídios (161 mil euros).

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