Tomar

Militar de 23 anos está desaparecida há dez dias 

Militar de 23 anos está desaparecida há dez dias 

Vanessa Couto, militar de 23 anos, está desaparecida desde o início do mês. Devia ter-se apresentado a funções no Estabelecimento Prisional Militar de Tomar no dia 1 de agosto, mas não o fez e desde então que não é vista.

Foi o Estabelecimento Prisional Militar de Tomar que participou o desaparecimento de Vanessa Couto à mãe, quando a jovem não se apresentou ao serviço no início do mês.

A última vez que foi vista foi em Lisboa. Essa informação foi dada ao JN por um jovem que respondeu à publicação da mãe de Vanessa nas redes sociais, dando conta que esteve com ela. Disse ainda que esteve com ela na noite de 29 de julho, em Lisboa, mas que não a viu depois disso. A informação foi passada aos familiares da jovem.

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A participação sobre o desaparecimento de Vanessa foi formalizada por Deolinda Lopes no dia 6 de agosto na GNR de Viseu, apurou o JN junto de fonte oficial da Guarda.

Nas redes sociais, a mãe Deolinda Lopes lançou vários apelos para encontrar a filha. O último foi colocado nesta manhã de quarta-feira no Facebook, referindo que a filha continua desaparecida e apelando a informações sobre o seu paradeiro.

Ao programa Linha Aberta, na SIC, Deolinda revelou que no dia 28 de julho esteve com a filha, levou-a ao autocarro para ir para Tomar e falaram dois dias depois por telefone. ​​​​​​A GNR, no dia 3 de agosto, bateu-lhe à porta a comunicar o desaparecimento de Vanessa.

A mala de viagem da militar foi encontrada à porta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a mais de 130 quilómetros do local de trabalho, na passada segunda-feira, dia 8. No interior estariam roupas da militar, o cartão de identificação e o coldre da arma, mas sem a arma.

Deolinda explicou ao programa televisivo que a filha viveu um episódio de ansiedade há 11 meses relacionado com uma relação amorosa complicada, alegadamente com um ex-presidiário ligado ao tráfico de droga. Vanessa esteve internada na psiquiatria do Hospital de Tomar por tentativa de suicídio, mas a mãe garantiu ao mesmo programa que "ela estava bem".

Vanessa é natural de Povolide, em Viseu, e exerce funções como militar no Estabelecimento Prisional Militar de Tomar.

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