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Festival de Almada "foi mais um milagre", com menos dinheiro e salas esgotadas

Festival de Almada "foi mais um milagre", com menos dinheiro e salas esgotadas

O director do Teatro Municipal de Almada, Joaquim Benite, considera que a 28.ª edição do Festival, que termina esta segunda-feira, "foi mais um milagre", porque "apresentou uma melhor programação com menos dinheiro e esgotou em todas as salas".

Em declarações à agência Lusa, Joaquim Benite afirmou-se "muito satisfeito" com a forma como decorreu esta edição do Festival de Teatro de Almada (FTA), em que, considerou, "conseguiu fazer-se mais um milagre".

"Correu tudo muito bem apesar das restrições orçamentais que nos impuseram. O FTA está a alargar-se. Recebeu mais público este ano - mais estrangeiros e mais jovens -, manteve a sua identidade e todas as suas características típicas e conseguiu esgotar todas as salas em que esteve", acrescentou.

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A edição deste ano do FTA levou a palco 11 estreias de companhias de 10 países num total de 27 representações, em palcos de Almada, Lisboa, Coimbra e Porto.

Benite destacou ainda "a presença de dois nomes de grande relevo internacional que nunca tinham sido apresentados em Portugal: René Pollesch, um dos mais prestigiados autores e encenadores do teatro alemão, e Joël Pommerat, um dos mais singulares criadores do teatro francês contemporâneo".

O Festival de Teatro de Almada, que este ano homenageou a Commedia dell'Arte, termina hoje, com a peça "Retratos da Commedia dell'Arte", de Ferruccio Soleri e Luigi Lunari, às 22:00, no palco grande da Escola D. António da Costa, em Almada.

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