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Fim de bairros de lata em Almada é o desafio central das candidaturas  

Fim de bairros de lata em Almada é o desafio central das candidaturas  

O fim de bairros de lata, como o 2º Torrão, na Trafaria, ou nas Terras da Costa, na Costa da Caparica, onde centenas de famílias vivem em condições indignas, é o tema que tem dominado a campanha eleitoral no concelho de Almada.

O executivo PS, que tenta reeleger Inês de Medeiros para o cargo de presidente, aprovou no início de 2020 o regulamento para a atribuição de casas em Almada, que não existia até então, e anunciou investimentos no âmbito da estratégia local para a habitação. Tratam-se de investimentos da autarquia e acordos com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), ao abrigo do programa "1.º Direito" que apontam para a construção de novas casas, como no Monte da Caparica e a reabilitação de outras até 2029.

A CDU, por Maria das Dores Meira, que liderou a Câmara de Setúbal durante três mandatos, critica a falta de investimento em Almada nos últimos quatro anos na área da habitação social e surge com a "garantia" de ter iniciado o realojamento de famílias no bairro de lata de Setúbal, a Quinta da Parvoíce, também em trabalho conjunto com o IHRU, e que está a decorrer atualmente. "Assistimos nos últimos quatro anos a uma enorme regressão na área da habitação", diz Maria das Dores Meira, que acusa o PS de "limitar-se a terminar, e ainda assim com atraso, algumas das obras que tinham sido lançadas pela CDU no anterior mandato".

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