Palmela

Candidata do CDS ouviu tiros quando afixava cartazes

Candidata do CDS ouviu tiros quando afixava cartazes

A GNR entregou à Polícia Judiciária o caso dos disparos de uma arma de fogo na via pública denunciado, este sábado, pela candidata do CDS-PP à Junta de Freguesia de Palmela, Linda Oliveira. A GNR assegura que não encontrou indícios que relacionem os disparos com a afixação de cartazes eleitorais pela candidata.

Linda Oliveira disse-se surpreendida pelos disparos, cujo número não soube precisar ao JN, quando afixava material de propaganda na via pública. Ainda ao JN, disse que já estava habituada à agressividade eleitoral, mas nunca como sexta-feira. "Acontece sempre, em alguns locais, encontrarmos alguém um pouco mais ofensivo. Nada de extraordinário. Agora, esta situação, ou parecida, nunca nos tinha acontecido", contou a candidata da coligação CDS/MPT "Mudar por MiM, Mudar por todos".

Esta candidatura emitiu um comunicado a dizer que, "uma mota, sem matrícula e sem luzes, com dois indivíduos todos vestidos de preto, aproximou-se disparando dois tiros".

"Não satisfeitos, depois de passarem pela candidata, voltaram a disparar mais dois tiros, acertando numa vivenda ao lado, assustando os residentes, que se atiraram para o chão", acrescenta a candidatura.

A GNR assegurou que na inspeção ao local não foram encontrados quaisquer indícios de causalidade entre os disparos e a afixação de cartazes eleitorais por parte da candidata. Pelo uso de arma de fogo, a investigação do caso passou para a PJ.

"Atentado contra a democracia"

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, comentou o caso afirmando que foi um "atentado contra a democracia", executado por "forças altamente extremistas".

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Segundo o líder centrista, a candidata Linda Oliveira ficou "muito abalada".

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