Sesimbra

Meia centena de pessoas na missa em memória de vítimas do Meco

Meia centena de pessoas na missa em memória de vítimas do Meco

Cerca de meia centena de pessoas participou esta sexta-feira numa missa organizada pela Universidade Lusófona em memória de seis estudantes que morreram há dois meses em circunstâncias ainda por esclarecer.

A missa foi pouco participada e dos familiares das seis vítimas apenas compareceu a mãe de uma delas, Fátima Negrão, mãe de Pedro Negrão, que com outros cinco colegas da Universidade Lusófona morreu afogado na zona do Meco, a sul de Lisboa.

Aos jornalistas disse que a não presença de outros familiares se poderá dever ao facto de serem de longe e sobre o caso da morte dos jovens, todos pertencentes à comissão de praxes da Universidade, reafirmou que espera respostas ao que aconteceu.

"Vamos continuar a jornada até obtermos as respostas de que precisamos", disse Fátima Negrão, que no interior da igreja falou com o administrador da Universidade Lusófona, Manuel Damásio, mas confessou depois nem ter percebido o que este lhe disse.

Manuel Damásio, numa curta declaração aos jornalistas após a missa, desvalorizou a ausência dos restantes familiares das vítimas e disse que o inquérito mandado instaurar pela Lusófona está a decorrer.

Os seis jovens que morreram no Meco faziam parte de um grupo de estudantes universitários que tinham alugado uma casa na zona para passar o fim de semana e só um deles saiu vivo da praia.

Até hoje não foram esclarecidas as circunstâncias da morte dos estudantes.