Sesimbra

Praxes de risco já não eram novidade para vítimas mortais do Meco

Praxes de risco já não eram novidade para vítimas mortais do Meco

As vítimas do Meco passaram as últimas horas de vida em praxe e já estavam habituados a rituais de risco. O sobrevivente desta tragédia pode ser ouvido esta terça-feira, após uma primeira tentativa há uma semana.

Na tarde de sábado, de 14 de dezembro, aquando da chegada de Ana Catarina Soares, uma das seis vítimas mortais na Praia do Moinho, no Meco, à moradia alugada pela Comissão de Praxes da Lusófona, em Aiana de Cima, Sesimbra, os elementos masculinos do grupo cumpriam ordens à voz do sobrevivente João Gouveia.

Além das vítimas Tiago Campos e Pedro Negrão, debaixo dos gritos do 'Dux' (líder) já faziam flexões outros rapazes da Lusófona, a universidade que, ontem, anunciou um inquérito ao que se passou "durante o fim de semana em que ocorreram as mortes".

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