Sesimbra

Sobrevivente do Meco quer limpar imagem

Sobrevivente do Meco quer limpar imagem

O Ministério Público levou tempo, mas antes de ir de férias terá deixado a resolução para a tragédia do Meco: o arquivamento. O único sobrevivente quer agora ser ressarcido, por danos que sofreu por tão longa exposição ao caso.

Sete meses depois, a história dos sete estudantes da Universidade Lusófona que foram atingidos por uma grande onda na praia do Moinho de Baixo, no Meco (Sesimbra), a 15 de dezembro, acabou sem indícios de crime quanto às mortes de seis daqueles jovens.

O JN apurou que o procurador do Ministério Público de Almada, Moreira da Silva, foi de férias mas, na última semana, terá despachado o arquivamento do processo. Contra o único sobrevivente, João Miguel Gouveia, não foram encontradas quaisquer provas de que tivesse colocado em risco ou abandonado os colegas.

Para a decisão de Moreira da Silva, terá contribuído - soube o JN - um relatório com cerca de 200 páginas, elaborado pela Polícia Judiciária, entregue há pouco menos de três semanas e que reforça a tese da inexistência de indícios contra o "dux" da comissão de praxes da Lusófona.