Arcos de Valdevez

Cerimónias fúnebres de português cremado por engano marcadas para esta quinta-feira

Cerimónias fúnebres de português cremado por engano marcadas para esta quinta-feira

As cerimónias fúnebres do português que morreu na Galiza e foi cremado por um alegado engano de uma funerária espanhola, vão realizar-se esta quinta-feira em Arcos de Valdevez.

As cinzas de Jorge Miguel Barbosa da Cunha, madeireiro, natural de Cossourado, Paredes de Coura, serão levantadas sob ordem judicial e transportadas para aquela vila do Alto Minho, onde a vítima residia com a mulher um filho de seis anos. As exéquias decorrerão na Igreja Paroquial de S. Jorge a partir das 18 horas.

Jorge Cunha, de 39 anos, faleceu no dia 30 de abril em Oia (Pontevedra), vítima de acidente de trabalho. Foi atingido mortalmente por uma árvore e deu entrada no Hospital Nicolás Penha, em Vigo, onde foi autopsiado no dia 1 de maio. O seu corpo foi depositado na casa mortuária daquela unidade hospitalar e durante a manhã foi levado pela funerária Emorvisa de Vigo. A agência espanhola tinha um serviço de cremação para um corpo de um cidadão espanhol, que se encontrava depositado no tanatório Vigo Memorial, mas por alguma razão, que até agora se desconhece, dirigiu-se ao Nicolás Penha e levantou o cadáver do português.

Quando um transportador internacional português, após tratar dos trâmites legais para a trasladação dos restos mortais, se preparava para efetuar o levantamento do corpo de Jorge Cunha encontrou a casa mortuária vazia. O caso foi entregue pela família à justiça espanhola. O funeral vai, finalmente, realizar-se esta quinta-feira, mas apenas com as cinzas.

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