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Uma costureira de porta aberta aos 89 anos

Uma costureira de porta aberta aos 89 anos

Laura Taveira diz que os vestidos agora "vêm com tudo à mostra" e são baratos, mas trabalho não lhe falta.

Laura Taveira, de 89 anos, toda a vida adulta foi costureira. Começou aos 18, contra a vontade da mãe que considerava a costura um "trabalho vadio", por ser sentado, num tempo em que os labores do campo ocupavam a maioria das gentes.

Hoje, 70 anos depois, continua a costurar. Ainda tem casa aberta numa pequena viela de Monção e a clientela entra-lhe pela porta o dia todo a pedir arranjos. Conta que trabalho não falta. "Tomara ter o dobro do dia", diz ao JN. A experiência é tanta que já não pica os dedos com a agulha, "se pico, não dou por ela", diz.

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