Empreendimento

Agroturismo "Terra Rosa" nasce entre Ponte de Lima e Vila Verde

Agroturismo "Terra Rosa" nasce entre Ponte de Lima e Vila Verde

"Terra Rosa" é um novo empreendimento de agroturismo, com alojamento, que iniciou atividade há cerca de um mês na fronteira entre Ponte de Lima e Vila Verde. Há 80 anos nas mãos da família Rosa, a propriedade com 70 hectares e que é atravessada pelo rio Neiva ganha assim uma nova vida.

Até agora apenas produzia uva em 50 hectares de terras, mas há quatro anos, Francisco e Eliana Rosa, pai e filha, começaram a ponderar apostar também na vertente turística. Hoje a quinta com vinhedos a perder de vista está aberta ao usufruto do público, com oferta de alojamento. E o facto de se estender pelos territórios de dois concelhos já se tornou uma característica que os visitantes apreciam.

"A nossa quinta tem 70 hectares, o que é uma medida muito invulgar para o Minho, e exatamente por ser tão grande apanha dois concelhos e dois distritos: Vila Verde no distrito de Braga, e Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo. Tem sido uma particularidade engraçada, a que os hóspedes acham graça. Estarem num mesmo espaço e apanharem dois concelhos", comentou Eliana durante uma visita à propriedade, esta segunda-feira, por uma delegação da Câmara de Ponte de Lima. O empreendimento abriu em maio e está "a ter boa aceitação".

Os Rosa começaram há 20 anos a cultivar vinha (não produz vinho) e atualmente fornecem "mil pipas" de uva todos os anos à Adega Cooperativa de Ponte de Lima. Com a aposta no turismo, iniciaram um projeto de recuperação do património construído no interior da propriedade. Num dos imóveis criaram sete quartos, dos quais três são suites. Tem ainda uma piscina exterior aquecida a 30 graus. Eliana descreve a nova oferta de alojamento na fronteira de Ponte de Lima e Vila Verde como uma "country house" com "decoração em tons naturais" e "serviço ao nível de um hotel cinco estrelas". O "sossego" é a máxima do agroturismo "Terra Rosa".

A quinta de nome original Cordeçosa e que remonta ao ano 1758, está aberta à realização de eventos, como casamentos, aniversários, batizados, jantares e sessões fotográficas, mas com a ocupação integral do alojamento.

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