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Doutores e engenheiros entre os novos "duros" dos bombeiros

Doutores e engenheiros entre os novos "duros" dos bombeiros

O Alto Minho está a formar mais de 120 bombeiros. Alguns não aguentam a recruta, que tem cada vez mais mulheres.

As temperaturas noturnas quase negativas que se fazem sentir à hora da instrução na escola de bombeiros no quartel de Ponte de Lima não intimidam os 25 recrutas. Entre os 15 homens e as 10 mulheres há elementos com formação académica. Fazem parte dos 128 elementos da Escola de Recruta que está a decorrer em várias corporações do Alto Minho, contabiliza a Federação dos Bombeiros do Distrito de Viana do Castelo.

Tantos interessados é um "oásis" numa época em que a "crise de voluntariado" chegou às corporações, admite o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. Segundo António Nunes, o problema sente-se mais nas zonas menos populosas e afastadas do litoral. "Há países em que é uma honra ser bombeiro. Em Portugal nem sempre é assim", diz António Nunes, que espera ter mais 10 mil voluntários até 2025.

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