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Novo encerramento de fronteiras alarma autarcas raianos

Novo encerramento de fronteiras alarma autarcas raianos

A possibilidade de um novo encerramento das fronteiras devido ao aumento do número de casos de covid-19 está a deixar apreensivos os trabalhadores transfronteiriços, comerciantes e autarcas. O ministro dos Negócios Estrangeiros português vai abordar, esta sexta-feira, a evolução da pandemia em Portugal e Espanha com a homóloga espanhola, e o fantasma do fecho volta a assombrar a atividade económica.

Em Valença, onde se situa "a fronteira mais movimentada do país", o presidente da Câmara, Manuel Lopes, elevou ontem a voz contra a eventual medida, que, garante, "os autarcas da raia não vão admitir". "Nem me passa pela ideia, a mim ou aos meus colegas raianos, que haja um corte de fronteiras nos mesmos moldes de 16 de março a 30 de junho", declarou o edil, referindo que "os danos são irreparáveis para a economia".

Recorde-se que da primeira vez, e já na fase de desconfinamento, os autarcas do Alto Minho e os congéneres galegos manifestaram-se várias vezes pela reabertura em prol da sobrevivência económica. "Foi um mau exemplo. De um dia para o outro, fecharam e não se contemplaram os problemas que daí advieram", disse.

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