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Comerciantes suspiram pelo fim do prédio Coutinho

Comerciantes suspiram pelo fim do prédio Coutinho

O fim de outubro é um tempo de nostalgia para os comerciantes que ainda têm estabelecimentos à volta do Edifício Jardim (prédio Coutinho), em Viana do Castelo.

Junto ao antigo mercado municipal, que existia nas traseiras do prédio e que deu lugar a um bloco de apartamentos do Polis, a venda de flores, intensificada em vésperas do dia de Fiéis Defuntos, enchia as ruas, e o comércio da zona beneficiava do acréscimo de clientela. Hoje, tal azáfama já não existe. Há estabelecimentos fechados, porta sim porta sim, e nos que restam suspira-se de tédio.

"Nós resistimos na expectativa de que o prédio vá abaixo e venha para aqui o mercado outra vez. E eles [os moradores] resistem por outros motivos", diz Orlando Rocha, dono há 40 anos de uma loja de têxteis lar, na rua traseira ao prédio "Coutinho", garantindo que esse sentimento "é o dos comerciantes em geral".

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