Viana do Castelo

Desiste da luta um dos últimos resistentes do prédio Coutinho

Desiste da luta um dos últimos resistentes do prédio Coutinho

A VianaPolis, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis em Viana do Castelo, anunciou hoje que chegou a acordo com dos últimos proprietários que resistiam a entregar as chaves das suas habitações no Edifício Jardim (prédio Coutinho).

Neste momento, 10 proprietários de 11 frações (um deles possui duas) continuam a resistir. Parte deles ainda habitando o prédio e outros não entregando a chave, embora a VianaPolis lhes tenha trocado a fechadura no verão passado, quando terminou o prazo para saída voluntária. Foi um destes últimos proprietários que agora fechou acordo com a sociedade gestora do programa Polis.

"A VianaPolis e os expropriados de uma das frações do Edifício Jardim chegaram a acordo de expropriação amigável", informa a empresa em comunicado, referindo: "Com este acordo, homologado pelo tribunal competente, a VianaPolis desiste da ação cível de indemnização que intentou que apresentou contra estes expropriados, mantendo-as para os restantes ocupantes do Edifício Jardim". Acrescenta ainda ser "titular de todas as frações, quer por acordos amigáveis quer por adjudicações judiciais".

A luta contra a demolição do prédio Coutinho, anunciada no ano 2000, prossegue nos Tribunais. Atualmente, encontra-se suspenso, por uma providência cautelar no Tribunal Administrativos e Fiscal de Braga (TAFB), o processo de despejo dos últimos moradores. A operação de "desconstrução" (o prédio não será demolido por implosão) encontra-se adjudicada à empresa DST (Braga) e já foi elaborado projeto para construção de um novo Mercado Municipal da cidade, no espaço onde está implantado o prédio Coutinho.

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