Viana do Castelo

Providência cautelar trava despejo dos moradores do prédio Coutinho

Providência cautelar trava despejo dos moradores do prédio Coutinho

Uma providência cautelar interposta no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga pelos moradores que ainda habitam o prédio Coutinho, travou o processo de despejo daquele edifício, cujo prazo terminava agora no final de março.

A informação foi confirmada esta segunda-feira ao Jornal de Notícias pelo administrador da Viana Polis, Tiago Delgado, que referiu que, entretanto, fica também suspenso o concurso público já anunciado para a demolição do edifício de 13 andares.

"O juiz determinou que se suspendessem as ações do despejo e de demolição, enquanto não decidirem esta questão da providência cautelar", declarou aquele responsável, referindo: "A Viana Polis fez uma resolução fundamentada para arrumar com a questão e terá de aguardar pela decisão judicial".

Recorde-se que no Edifício Jardim (vulgo prédio Coutinho), restam ainda oito apartamentos ocupados, num total de 13 moradores, ao fim de 18 anos do anúncio da demolição.

De acordo com Tiago Delgado, já terão sido retirados do imóvel "mobiliário e equipamentos de apartamentos desocupados, que, em princípio, serão cedidos a instituições de solidariedade social".

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