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Moradores do Coutinho de malas aviadas à espera de decisão judicial

Moradores do Coutinho de malas aviadas à espera de decisão judicial

Um ano após ordem de despejo coercivo, continuam ocupadas seis frações. VianaPolis não arrisca prazos.

A manhã do dia de S. João em 2019 foi de resistência à ordem de despejo da sociedade VianaPolis para os proprietários das últimas seis frações ainda ocupadas no prédio Coutinho, em Viana do Castelo.

Um ano depois, os habitantes ainda resistem, mas alguns já com a saída preparada caso o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB), decida desfavoravelmente à providência que interpuseram para travar a desocupação coerciva.

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