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Ofensiva judicial contra advogados e moradores do prédio Coutinho

Ofensiva judicial contra advogados e moradores do prédio Coutinho

Última queixa-crime por difamação e calúnia deu entrada a 23 de dezembro no Tribunal de Viana do Castelo.

A sociedade VianaPolis está a cumprir a ofensiva judicial que anunciou contra os últimos moradores (e seus representantes na justiça) que, no verão passado, se recusaram abandonar o prédio Coutinho, em Viana do Castelo. Dois já avançaram e um está na forja.

Na semana negra, que se seguiu ao fim do prazo para saída voluntária, em 24 de junho, em que os proprietários continuaram a ocupar seis frações, os responsáveis da empresa e o ministro do Ambiente declararam publicamente que estes iriam responder pelos seus atos em tribunal. Tanto pela "ocupação ilegal" do imóvel, como pelo prejuízo financeiro causado e pelas suas declarações "caluniosas e difamatórias" (e dos advogados) contra a VianaPolis.

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