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Viana: a nova vida do esqueleto do prédio Coutinho

Viana: a nova vida do esqueleto do prédio Coutinho

Sem janelas, o imóvel de apoio ao Edifício Jardim (prédio Coutinho) em Viana do Castelo atrai olhares curiosos e faz parar quem passa. Os trabalhos de desmantelamento, para já no interior do polémico prédio de 13 andares, decorrem a bom ritmo, não deixando dúvidas de que, afinal, sempre se concretiza o destino a que está fadado desde o ano 2000.

Das 105 frações, estão a ser retirados todo o tipo de materiais: vidros, madeiras, plástico (tubagens), alumínios, cobre, alcatifas, pavimentos em vinil, gessos, telas asfálticas, portas e janelas, armários, louças sanitárias, bancadas e pias de cozinha, torneiras, maçanetas e papel de parede.

Ficará apenas o esqueleto de betão, que será "triturado" a partir de novembro, com recurso a uma máquina demolidora. Os resíduos, tanto o betão como os materiais do recheio que agora estão a ser retirados e separados, serão reutilizados noutras obras ou reciclados. O prédio Coutinho renascerá assim, aos bocados, em outros edifícios e infraestruturas espalhados pelo país.

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