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Viana do Castelo: abraços nos lares só quando houver imunidade de grupo

Viana do Castelo: abraços nos lares só quando houver imunidade de grupo

Instituições mantêm regras apertadas apesar de a grande maioria já ter completado a imunização.

A sala de visitas tem porta para a rua. Há desinfetante de mãos à entrada e acrílico a separar o espaço ocupado por familiares e utentes. As proteções que o Lar da Piedade, da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, adaptou durante a pandemia continuam as mesmas. A vacinação na instituição já foi concluída, mas a vigilância contra a covid-19 não desarmou. Nem um milímetro. Quem ali vive não sai à rua há cerca de um ano. E sofre com as saudades, embora já com esperança de que dias melhores estão próximos.

Organizações como a União das Misericórdias e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) defendem que, mesmo com a maioria dos lares vacinados, "não se pode desarmar". Há que manter todos os cuidados, até que chegue a tão sonhada imunidade de grupo. Até lá, os afetos terão de continuar a ser transmitidos com distanciamento.

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