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População afetada por barragem está a ser ajudada a conta-gotas

População afetada por barragem está a ser ajudada a conta-gotas

Pagamento depende de conclusão de processos em tribunal. Há quem ainda não tenha recebido um cêntimo.

A barragem de Daivões, em Ribeira de Pena, já começou a encher, mas há ainda muito por resolver em relação ao pagamento de indemnizações e compensações aos afetados pela construção. Há processos em tribunal, famílias que ainda não receberam um cêntimo e o loteamento que a Câmara disponibilizou para a construção de novas casas está atrasado.

Teresa Leite abandonou a casa junto à ponte de arame sobre o rio Tâmega em 6 de março de 2020 (foi demolida no dia 9 de abril) e ainda não recebeu qualquer valor. Nem da expropriação, nem da compensação ao abrigo da medida 29 do Plano de Ação Socioeconómico da Declaração de Impacte Ambiental. Foi fixada em finais do ano passado em 1,4 milhões de euros a distribuir pelos 59 afetados pela construção das três barragens do Sistema Eletroprodutor do Alto Tâmega (Daivões, Gouvães e Alto Tâmega).

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