Incêndios

Vila Real desativou plano municipal de emergência

Vila Real desativou plano municipal de emergência

A Câmara de Vila Real desativou às 19.50 horas o plano municipal de emergência de proteção civil que vigorou durante cerca de 24 horas por causa do incêndio que queimou 450 hectares na serra do Alvão.

O município liderado por Rui Santos informou que a "desativação deste plano decorre da resolução do grande fogo florestal que grassava no concelho desde o meio da tarde" de quarta-feira, e que começou na zona da aldeia de Paredes.

Apesar de ainda não ser possível fazer um balanço final "das consequências deste enorme incêndio", a câmara destacou o "facto de não haver vítimas graves a lamentar e de não terem ficado destruídas habitações familiares".

Lamentou, no entanto, "a área ardida superior a 450 hectares" de mato e floresta das freguesias de Adoufe, Borbela e Lordelo.

Houve ainda sete feridos ligeiros por queimaduras, escoriações ou inalação de fumo.

O município aproveitou para agradecer a "prontidão e disponibilidade" de todas as instituições e entidades envolvidas no plano municipal de proteção civil, "cuja ação foi determinante para o desfecho positivo de toda a situação".

Agradeceu ainda aos operacionais que, no terreno, combateram o fogo, "salvaguardando vidas e bens".

Segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, permanecem mobilizados para a serra do Alvão cerca de 350 operacionais e uma centena de viaturas, que estão em operações de consolidação do rescaldo e atentos a reacendimentos que possam ocorrer.

Durante a tarde, em declarações aos jornalistas, o presidente Rui Santos Rui Santos aproveitou para apelar a que "todos estejam com muita atenção durante as próximas horas".

"Toda a atenção é pouca para minimizar os problemas que possam entretanto surgir", frisou.

Outras Notícias