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Movimentos no aeródromo de Viseu cresceram 22% em ano de pandemia

Movimentos no aeródromo de Viseu cresceram 22% em ano de pandemia

Num ano de constrangimentos por causa da pandemia, o aeródromo municipal de Viseu fechou o ano de 2020 com mais 22% de movimentos, face ao ano anterior.

Apesar de terem diminuído o número de operações de transporte regular, a atividade de paraquedismo e o número de passageiros na linha regional, a infraestrutura fechou o ano passado com 13.051 movimentos, mais 2330 do que em 2019, adianta a Câmara de Viseu.

A subida deveu-se ao helicóptero do INEM, cuja atividade noturna aumentou 158%.

"Este aumento só foi possível devido à reativação da iluminação noturna e outros meios de navegação e meteorológicos, decidida anteriormente pelo Município", explica Paulo Soares, Diretor do aeródromo.

Os voos de instrução e treino no âmbito do curso de pilotos do IFA-Aviation Training Center, também contribuíram fortemente para a subida de movimentos, nomeadamente 66% em avião e 79% em helicóptero.

"A infraestrutura encontrava-se moribunda, mas em 2014 decidimos realizar uma aposta sério no Aeródromo Gonçalves Lobato, transformando-o no segundo mais importante do país, logo a seguir a Tires", realça António Almeida Henriques, Presidente do Município de Viseu.

"Investimos no reforço da equipa, na melhoria da pista, na criação de um novo quartel para os Bombeiros e que serve também os operacionais da GNR, conquistámos novas valências e estabelecemos pontes com parceiros relevantes no setor, como é o caso do IFA - Aviation Training Center", acrescentou o autarca.

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