Ensino Superior  

Novo presidente promete "novo ciclo" no Politécnico de Viseu 

Novo presidente promete "novo ciclo" no Politécnico de Viseu 

O novo presidente do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), José Costa, prometeu esta terça-feira, na tomada de posse, dar início a "um novo ciclo" na instituição de ensino superior.

José Costa substitui no cargo João Luís Monney Paiva que nos últimos quatro anos liderou o politécnico.

No discurso de tomada de posse o novo presidente do IPV anunciou a criação do Centro de Transferência e Dinâmica do Conhecimento", uma valência que visa "melhorar e contribuir para o desenvolvimento, o bem-estar e harmonia da população", através da partilha de informações com entidades da sociedade civil, municípios, indústria e comércio.

"O centro será o rosto do IPV na zona da CIM Viseu Dão Lafões, CIM Douro, CIM Tâmega e Sousa, CIM Beiras e Serra da Estrela e CIM Coimbra, podendo estender-se para outras regiões", disse.

José Costa prometeu ainda "aprofundar as políticas de internacionalização" do politécnico.

"Queremos promover a relação com a diáspora científica portuguesa no mundo, facilitando e reforçando a sua relação e eventual colaboração com o IPV e empresas do nosso território", afirmou, acrescentando que vai criar um Conselho Científico Consultivo das Comunidades Portuguesas.

"Para dar suporte organizacional iremos constituir uma equipa multidisciplinar, harmoniosa e qualificada, em espaço próprio, que se dedique exclusivamente à política de internacionalização e investigação, capaz de disseminar de forma salutar a marca IPV", anunciou.

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Com três secretários de Estado na plateia, Cidadania e Igualdade, Juventude e Desporto, ambos de Viseu, e Valorização do Interior, José Costa reclamou ainda a realização de obras na instituição de ensino superior, defendendo que o IPV tem "necessidades prementes de infraestruturas".

O responsável apontou o caso da Escola Superior Agrária que, disse, se encontra "em instalações inadequadas, com menos qualidade" e que precisa de um novo espaço de ensino que "dignifique a escola e a posicione na linha da frente na captação de novos estudantes e colaboradores", ajudando ainda o setor da agricultura "cada vez mais baseado na ciência".

Também a Escola Superior de Educação, instalada na antiga Escola do Magistério Primário, em pleno centro histórico de Viseu, está a precisar de um novo teto.

"Apesar de ser um edifício emblemático, com uma história fantástica, entendemos que já não corresponde de forma adequada à exigência da academia e da comunidade que a visita e frequenta. Estaremos determinados junto do poder central e do local para conseguirmos financiamento para edificarmos um novo espaço para a Escola Superior de Educação de Viseu", referiu.

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