Segurança

Videovigilância florestal até ao verão em Viseu

Videovigilância florestal até ao verão em Viseu

As 17 câmaras que integram o projeto de videovigilância florestal da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL) deverão estar a funcionar em pleno até ao próximo verão. Das cerca de duas dezenas de torres previstas, 13 já se encontram a vigiar tudo o que se passa nas matas da região.

As primeiras três começaram a trabalhar há mais de um ano. Faltam instalar quatro câmaras, duas no concelho de Castro Daire, uma em São Pedro do Sul e outra em Viseu.

Segundo o comandante da GNR de Viseu, a entrada em funcionamento da videovigilância florestal coincidiu com "uma diminuição substancial" do número de ocorrências na região. Ainda assim o coronel Vítor Assunção disse, ontem, não ter dados que lhe permitam afirmar que essa redução seja "decorrente do sistema".

Identificação

"Já temos identificado focos de incêndio com estas câmaras e depois conseguimos através da investigação localizar e identificar os seus autores", acrescentou aos jornalistas após uma visita à sala de controlo onde militares da GNR operam as câmaras de vigilância.

As autoridades consideram que o sistema é um meio complementar ao patrulhamento apeado feito pelos militares da Guarda, bombeiros e exército, e à rede de postos de vigia. Este sábado, no distrito de Viseu são ativados os primeiros cinco postos.

As torres veem o que se passa em 85% do território da CIMVDL. "Pensamos que estão criadas as condições para que estejamos atentos e que não seja por falta de vigilância atentada que os fogos florestais não sejam dominados atempadamente", disse Fernando Ruas, presidente da CIMVDL e autarca de Viseu.

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