O mar não escolhe idades ou feitios. O IN Póvoa promove a inclusão na praia através da ida ao mar de veraneantes com mobilidade reduzida. Este verão, o projeto chegou aos 200 banhos.

Inclusão

O mar bravo e frio da Póvoa agora é para todos

O mar bravo e frio da Póvoa agora é para todos

José Granjo, famalicense de 63 anos, é uma presença habitual nas praias da Póvoa de Varzim. Sofreu um acidente vascular cerebral que lhe impossibilitou a ida ao mar com facilidade e engenho.

Quando soube da existência de um projeto que lhe resolvia o problema, não hesitou. Em grupos de seis a oito voluntários, o IN Póvoa permite o transporte dos veraneantes da areia até ao mar.

Existem três tipos de cadeiras: dois assentos mais apropriados para adultos e outro mais adequado para crianças até 25 quilos. "Já recebemos crianças com autismo e as reações são sempre fantásticas", diz Armando Campos, responsável pelo voluntariado da iniciativa.

O IN Póvoa junta a colaboração de várias entidades da cidade como a autarquia, o Instituto Maria Paz Varzim, MAPADI e o Instituto de Socorros a Náufragos.

Nem todos os voluntários são portugueses ou poveiros. Há quem tenha vindo de Itália de propósito para participar e outros ainda estão para chegar. "Esperamos alcançar os 300 banhos este verão", conclui.

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