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Banco de Moçambique quer 40% da população com acesso a serviços financeiros até 2018

Banco de Moçambique quer 40% da população com acesso a serviços financeiros até 2018

O vice-governador do Banco de Moçambique afirmou hoje que o país pretende assegurar que 40% da população tenha acesso aos serviços financeiros até 2018 contra os 14,22% apurados em 2016, no âmbito do compromisso com a inclusão financeira.

Victor Gomes apontou as metas de Moçambique no alargamento da inclusão financeira, quando falava na reunião de grupos de trabalho do Comité Nacional de Inclusão Financeira (CNIF), em Maputo.

Até 2022, a meta é ter 60% da população moçambicana numa instituição financeira formal, através de acesso físico ou eletrónico, acrescentou Victor Gomes.

"Para a materialização desse grande objetivo, as tarefas de atuação previstas na estratégia para os grupos de trabalho visam garantir, em primeiro lugar, o acesso aos serviços financeiros e o seu uso e, em segundo, o fortalecimento da infraestrutura financeira", declarou o vice-governador do Banco de Moçambique.

Em terceiro lugar, prosseguiu, a política sobre inclusão financeira passa por assegurar a proteção dos utentes e pela educação financeira.

Victor Gomes afirmou que a estratégia preconiza ainda que 75% dos 154 distritos do país tenham pelo menos um ponto de acesso aos serviços financeiros formais.

Em 2022, o país terá todos os seus distritos com pelo menos um ponto de acesso aos serviços financeiros, garantiu.

A estratégia visa ainda garantir que 55% da população moçambicana tenha, pelo menos, um ponto de acesso aos serviços financeiros, a menos de cinco quilómetros do local de residência ou trabalho, passando para 75% em 2022.