Economia

Santarém acolhe evento que quer mostrar indústria portuguesa do luxo

Santarém acolhe evento que quer mostrar indústria portuguesa do luxo

O Convento de S. Francisco, em Santarém, vai acolher, de 26 a 28 deste mês, um evento que pretende dar a conhecer a indústria para o mercado de luxo existente em Portugal, anunciou hoje o promotor da iniciativa.

Projeto de Artur Casaca, escalabitano que criou a que designa como "a primeira marca de luxo portuguesa", a Global Monarchy, o Festival Court Atlante propõe-se trazer a Santarém empresas portuguesas que produzem para marcas internacionais de luxo.

Em conferência de imprensa, em que esteve acompanhado pelos vereadores da Câmara de Santarém Inês Barroso, Jorge Rodrigues e Ricardo Rato, Artur Casaca afirmou que está confirmada a presença de 13 empresas para um evento que alia a "montra ativa, deslumbrante e vibrante da fileira" a manifestações artísticas e de gastronomia.

Artur Casaca afirmou que os artigos, que incluem algumas peças "muito valiosas", estarão expostos não em 'stands', mas aproveitando os espaços do Convento de S. Francisco, em "montras" que juntarão artigos de várias empresas.

O programa abre no dia 26 à tarde com um 'cocktail' de vinhos promovido pela Comissão Vitivinícola Regional (CVR) Tejo, a que se seguirá um 'showcooking' com o chefe escalabitano Rodrigo Castelo, realizando-se à noite um concerto da guitarrista Marta Pereira da Costa.

Para sábado está agendado um debate sobre o luxo em Portugal, com o autor do "Real Luxury Book", Misha Pinkhasov, e o fundador da Private Luxury Real State, Filipe Lourenço, realizando-se à noite um espetáculo de Moullinex.

No domingo, está agendado um debate sobre o turismo de luxo em Portugal com Vasco Ribeiro dos Santos, autor do livro "Cortesia, protocolo e etiqueta na hotelaria de luxo", sendo que neste dia à tarde as portas serão abertas ao público em geral, já que a entrada se fará por convites ou bilhetes previamente comprados junto de promotores.

Inês Barroso afirmou que o apoio do município -- que cede o espaço e comparticipa com 15.000 euros, cerca de metade do orçamento previsto -- se insere no trabalho de valorização turística do território e das empresas do concelho, neste caso, em particular, das que são exportadoras, como acontece nos setores da pedras e das peles.