Economia

Wall Street termina em forte alta, com três novos máximos de sempre

Wall Street termina em forte alta, com três novos máximos de sempre

A bolsa de Wall Street terminou hoje em forte alta, com os três principais índices, Dow Jones industrial, S&P 500 e o Nasdaq, a subirem para novos máximos de sempre.

No final da sessão, o Dow Jones subiu 0,81%, para 25.574,73 unidades, o S&P 500 avançou 0,70%, para 2.767,56 pontos, e o Nasdaq progrediu 0,81%, para 7.211,78 pontos, os três em níveis nunca registados anteriormente.

Assim, os três principais índices de referência que são seguidos de perto pelos operadores de Wall Street terminaram a sessão com um triplo recorde, pela quinta vez desde o início de 2018.

Os investidores festejavam uma forte subida do petróleo nos mercados internacionais e os bons resultados da companhia Delta Airlines (4,78 %) e esperam a divulgação na sexta-feira dos resultados dos gigantes bancários JPMorgan e Wells Fargo.

Em segundo plano ficou um dado medíocre sobre o mercado laboral, já que os pedidos semanais do subsídio de desemprego subiram na semana passada em 11.000, para 261.000, o nível mais elevado em quatro meses e acima do esperado pelos analistas.

No final, todos os setores em Wall Street terminaram em alta, entre os que se destacaram o energético (1,65%), o das matérias primas (1,42%), o industrial (1,17%), o financeiro (0,68%) ou o tecnológico (0,56%).

A Chevron (3,06%) liderou os ganhos entre a grande maioria dos trinta valores do Dow Jones, à frente da Boeing (2,40%), da Intel (2,14%), da Caterpillar (2,01%), da Home Depot (1,51%), da Walt Disney (1,36%), da Exxon Mobil (1,01%) ou da Verizon (0,83%).

Também subiram mais de meio ponto percentual a Visa (0,76%), o JPMorgan (0,58%), a Apple (0,57%) ou a Johnson & Johnson (0,56%), enquanto no outro lado desceram a American Express (-0,46%), a Procter & Gamble (-0,32%), a McDonald's (-0,07%), a Coca-Cola (-0,04%) e a IBM (-0,03%).

No final da sessão, o petróleo do Texas subia para 63,57 dólares, o ouro subia para 1.322,7 dólares, a rentabilidade da dívida pública a dez anos subia para 2,535% e o dólar perdia terreno face ao euro, que se trocava a 1,2033 dólares.

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