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Serviço público deve ter conteúdos noticiosos "limitados ao essencial"

Serviço público deve ter conteúdos noticiosos "limitados ao essencial"

O Grupo de Trabalho encarregue de definir o conceito de serviço público de comunicação social defende que as rádios e os canais de televisão que se mantiverem nas mãos do Estado devem ter conteúdos noticiosos mínimos.

"Face à intervenção ilegítima ou eticamente reprovável dos diferentes poderes na informação da rádio, TV e agência do Estado; face à incapacidade do modelo de controlo pelo Parlamento; e face ainda ao falhanço do actual modelo de regulação, o GT [Grupo de Trabalho] propõe que os conteúdos noticiosos do operador de serviço público de rádio e televisão sejam concentrados em noticiários curtos, sejam limitados ao essencial e recuperem o carácter verdadeiramente informativo, libertos da crescente dimensão subjectiva e opinativa no jornalismo (até para fazer diferença face aos operadores privados)", lê-se no documento.

Para o Grupo de Trabalho, "os serviços informativos do Estado devem limitar-se aos serviços indispensáveis ao equilíbrio da programação dos seus diferentes canais e à garantia da expressão das minorias presentes na sociedade".

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O relatório do Grupo de Trabalho foi hoje entregue a Miguel Relvas, ministro adjunto do primeiro-ministro e dos Assuntos Parlamentares.

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