Legislativas 2011

"O PS não merece o voto de um único socialista", diz Louçã

"O PS não merece o voto de um único socialista", diz Louçã

Para o líder do BE a grande questão é saber "que esquerda queremos ser?". E respondeu de imediato que "o PS não merece o voto de um único socialista".

Francisco Louçã assegura que no Coliseu do Porto estava ali "um partido de força grande" o que contrastava com as opções dos outros concorrentes às legislativas".

Louçã retomou os temas fortes da campanha do Bloco para repetir que os responsáveis pela actual crise são os que cortaram salários e pensões. O BE termina a campanha a combater o voto útil no PS quando as sondagens dão uma clara maioria de direita.

Já João Semedo cabeça de lista pelo Porto refere que "a maioria de direita se decide pelo distrito". Disse que o BE e o CDS estão a disputar o terceiro lugar, e assegurou que só se vai admirar com o resultado dos bloquistas a 5 de Junho os que não estiveram na campanha eleitoral. Aí iremos dizer que "troikamos a troika".

Semedo assestou baterias no PS afirmando que "não foi seguida nenhuma política de esquerda". E avisou: "a esquerda não esquece". Para o deputado o Bloco cresceu muito nesta campanha por "se bater por um país decente". Terminou dizendo ser preciso "razão e determinação" e isso fará diferença a 5 de Junho.

Catarina Martins , actual deputada, e segunda da lista bloquista assumiu ser "muito bom voltar ao Coliseu do Porto" e que isso só é possível pela "luta que foi feita pela sua manutenção".

Defendeu ainda a necessidade da manutenção do Mercado do Bom Sucesso que os interesses imobiliários querem transformar num centro comercial.

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O primeiro orador da noite José Soeiro garantiu que o BE estava a encerrar "a melhor campanha no Porto". Deputado e terceiro candidato disse "que lutar pelas nossas vidas já valeu a pena". Frisou que as pessoas sabem onde esteve o BE no último ano e meio e adiantou: "vencemos por termos estado convosco".

E lembrou que os deputados do BE fizeram a diferença e que agora voltam a ter razão quando trazem a questão da renegociação da dívida para a campanha. E adiantou que a "pobreza é uma violação dos Direitos Humanos".

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