Legislativas 2011

MEP promove "comícios mais pequenos do mundo"

MEP promove "comícios mais pequenos do mundo"

O Movimento Esperança Portugal fará uma campanha eleitoral "sem sacos de plástico, aventais e afins", centrada na "prioridade às famílias" e propondo-se a promover "os comícios mais pequenos do mundo".

"O MEP vai propor, ao contrário de outros que utilizam grandes aparatos mediáticos e grandes espectáculos, os mais pequenos comícios do mundo, na mais pequena célula que constitui a sociedade, nas famílias", afirmou o presidente do MEP, Rui Marques.

Em conferência de imprensa para apresentar o programa da campanha eleitoral às legislativas de 5 de Junho, Rui Marques disse que haverá cinco "comícios ao serão" em casa de cinco famílias, o primeiro no próximo dia 24 de Maio, e cada um dedicado a um tema: desemprego, endividamento, apoio à infância, apoio aos idosos e acesso à saúde.

Estas iniciativas, que serão abertas à comunicação social, serão transmitidas no "site" do MEP e nas redes sociais.

Visitas a instituições ligadas à saúde, aos imigrantes, à educação, à deficiência, e ao apoio familiar, e um ciclo de tertúlias dedicadas à "inovação" social, tecnológica e económica em tempo de crise constam ainda do programa de campanha do MEP, que arranca no dia 22 com um jantar no mercado da Ribeira em Lisboa.

O presidente do Movimento Esperança Portugal disse que a campanha do partido decorrerá "a custo zero para o contribuinte" já que abdicou de qualquer subvenção pública para despesas.

De acordo com Rui Marques, os custos da campanha do MEP - apoiada no "trabalho voluntário" - estão estimados em 10 mil euros.

"Acham razoável, neste tempo em que Portugal está a passar por tremendas dificuldades, em que não tem dinheiro para pagar as dificuldades de Junho, que os partidos gastem quantidades enormes de dinheiro em despesas não essenciais de campanha eleitoral?", questionou.

Com o objectivo de eleger pelo menos um deputado à Assembleia da República, o MEP vai apostar ainda na "desmistificação" da ideia do voto útil, "recordando que o país chegou à situação actual graças a uma sucessão de votos úteis sem convicção nem confiança".

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