Festivais de Verão

Festivaleiros chegaram cedo a Coura

Festivaleiros chegaram cedo a Coura

Esta quarta-feira foi o dia em que os festivaleiros chegaram em massa a Paredes de Coura. Porém, muitas centenas de jovens decidiram jogar pelo seguro e já tinham vindo no fim-de-semana passado para montar a tenda. Ou seja, os melhores lugares há muito que estavam ocupados.

Durante a tarde, via-se facilmente quem tinha chegado mais cedo: eram aqueles que se espraivam ao sol, na relva ou na areia da praia fluvial do Taboão. Os mais atrasados, vaguevam, fatigados, de mochila às costas.pelos acidentados terrenos do campismo à procura de um sítio vago que não fosse muito distante dos chuveiros e casas de banho e, preferencialmente, fácil de encontrar à noite.

Depois de montada a tenda (com as dificuldades óbvias de quem apenas o faz uma ou duas vezes por ano), há duas opções: deitar e relaxar ou aproveitar o embalo e subir a inclinada encosta até à vila para ir buscar mantimentos ao supermercado.

Junto ao Coura, jogava-se cartas, tocava-se viola ou simplesmente conversava-se em relativa pacatez. Os mais calorentos atreviam-se a mergulhar nas águas do rio. Pelos esgares de sofrimento nos rosto que vinham à tona dava para perceber que a água não estava propriamente quente.

Ao final da tarde, aqueles que tinham optado por ir até ao centro comprar víveres regressavam com sacos plástico cheios. No seu interior, predominavam as cervejas, mas também havia sunos e comida. Além dos enlatados, pão de forma, queijo e fiambre são a ementa preferida de quse todos e a que menos trabalho dá.

Pelas 19 horas, o sol já estava fraco e a fila para os chuveiros era longa. Às 20.30 horas abriam-se as portas e pelas 21 horas previa-se o início dos concertos. Era preciso lavar os corpos depois de um dia de sol ou de viagem e preparar o jantar. Notava-se o entusiasmo na cara dos festivaleiros. Não era de admirar, para a grande maioria, Paredes de Coura 2011 estava prestes a começar.

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