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al-Qaeda do Magrebe islâmico reivindica atentado na Costa do Marfim

al-Qaeda do Magrebe islâmico reivindica atentado na Costa do Marfim

A organização terrorista al-Qaeda no Magrebe islâmico reivindicou, este domingo, o ataque à estância balnear Grand-Bassam, na Costa do Marfim, que matou 14 civis.

No ataque morreram 22 pessoas, entre elas 14 civis, dois militares e seis atacantes, segundo o balanço oficial divulgado pela presidência do país.

Depois do ataque, o Presidente costa-marfinense, Alassane Ouattara, deslocou-se ao local e declarou: "O balanço é pesado, os terroristas conseguiram matar 14 civis e nós perdemos dois membros das forças especiais".

Alassane Ouattara disse ainda que seis dos atacantes foram mortos.

Os frequentadores dos hotéis de Grand-Bassam, a cerca de 40 quilómetros de Abidjan, são maioritariamente expatriados e turistas ocidentais.

"Nós estávamos na praia e apercebemo-nos dos disparos e vimos as pessoas a fugirem. Nessa altura demo-nos conta de que se tratava de um ataque", disse à AFP Braman Kinda, que mostrou uma fotografia onde também se viam os sete cadáveres, dois dos quais mulheres, tombados na areia.

De acordo com a mesma testemunha, quatro atacantes corriam pelo areal frente ao hotel enquanto faziam disparos com espingardas.

Entretanto, várias pessoas presentes no local disseram aos meios de comunicação locais que os assaltantes gritaram "Allahu Akbar (Alá é Grande)", pelo que se admite tratar-se de uma ação de um grupo de extremistas islâmicos.

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