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AMI admite prolongar operação no Nepal

AMI admite prolongar operação no Nepal

Quatro elementos da AMI - Assistência Médica Internacional, dois jornalistas e dois voluntários portugueses encontram-se bem e não sofreram consequências do novo sismo no Nepal.

A AMI está neste momento a reavaliar a sua operação no Nepal, que foi sacudido por um sismo de magnitude 7,4 na escala de Richter, esta quarta-feira. Ao JN, Paulo Cavaleiro, da Assistência Médica Internacional, explica que a operação poderá ser prolongada.

O regresso dos quatros elementos da AMI no Nepal (técnicos e profissionais de saúde) estava previsto para o final desta semana, mas, depois do sismo que se fez sentir esta quarta-feira, poderão apenas regressar dois elementos.

"Há uma série de decisões a ser tomadas, eventualmente ter-se-á que regressar a Calcutá, a cerca de duas horas de Katmandu, para reagrupar e ver o que se pode fazer", explicou aquele elemento da AMI. Refira-se que a AMI está a apoiar dez aldeias a cerca de 70 quilómetros de Katmandu.

No terreno estão também, pelo menos, mais quatro portugueses, e todos se encontram bem. Os jornalistas Luís Pedro Nunes e Alfredo Cunha encontram-se no Nepal a acompanhar a AMI no âmbito do projeto "Três Décadas de Esperança". No Facebook, Luís Pedro Nunes dá conta de uma réplica muito forte. "Hotel abanou todo. Pessoas estão em pânico", escreve na sua página.

Os voluntários Lourenço Macedo Santos e Pedro Queirós, que se encontravam aquando do primeiro sismo no Nepal e se mantiveram no terreno para prestar ajuda à população, também estão bem. Na página de Facebook, Lourenço Macedo Santos conta: "Outra réplica, grande, sentiu-se na Índia. Estávamos dentro do quarto e corremos o mais rápido possível para a rua".