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Análises sanguíneas revelam mutações em astronautas da NASA

Análises sanguíneas revelam mutações em astronautas da NASA

Um estudo recente concluiu que o sangue dos astronautas pode apresentar sinais de mutações somáticas devido ao voo espacial, devendo ser feita uma monitorização em relação ao risco de cancro. Numa altura em que a NASA aposta no programa de regresso à lua "Artemis", cuja descolagem tem sido adiada sucessivamente devido a falhas técnicas, os resultados deste estudo podem provar-se úteis para missões futuras.

Os investigadores recolheram amostras sanguíneas de 14 astronautas do programa "Space Shuttle" da NASA que participaram, entre 1998 e 2001, em missões com uma duração média de 12 dias. Foram realizadas duas recolhas aos participantes, dos quais 85% eram homens e seis partiam na primeira missão para a agência espacial. O estudo, citado pelo jornal britânico "Daily Mail", foi publicado a 17 de agosto na revista científica "Nature Communications Biology".

A primeira recolha foi feita 10 dias antes do voo espacial e a segunda no dia de aterragem de volta à Terra. Além disso, foram ainda recolhidos glóbulos brancos três dias após a chegada. As amostras foram criopreservadas durante 20 anos, a 80 graus celsius negativos.

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