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Ao 27.º dia, Zelensky pede ajuda ao Papa para "acabar com o sofrimento"

Ao 27.º dia, Zelensky pede ajuda ao Papa para "acabar com o sofrimento"

Numa altura em que Mariupol está reduzida a cinzas e que a crise humanitária já chegou a Kherson, o presidente da Ucrânia pediu ao Vaticano que desempenhe um papel de mediador na guerra. Cedências territoriais só mediante a aprovação do povo ucraniano em referendo, frisou Zelensky.

- O Ministério da Defesa ucraniano afirmou esta terça-feira que as forças russas só têm munições, combustível e alimentos para três dias.

- O presidente dos EUA, Joe Biden, defendeu que Putin está "entre a espada e a parede", na sequência da resistência ucraniana, temendo que o chefe de Estado russo recorra a armas químicas e biológicas.

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- O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) avançou que mais de 3,5 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia desde o início da ofensiva russa, tendo 2,1 milhões ido para a Polónia, 540 mil para a Roménia e 367 mil para a Moldávia.

- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, falou com o Papa Francisco e sugeriu que o Vaticano desempenhe o papel de mediador na guerra. "Seria muito apreciada a mediação do Sumo Pontífice para pôr termo ao sofrimento", sublinhou.

- Zelensky avisou que qualquer acordo de paz alcançado com a Rússia, incluindo quaisquer mudanças territoriais no país, terá de ser apoiado pela população através de um referendo. "Se estiverem em causa mudanças [territoriais], a única solução será convocar um referendo. Serão as pessoas que irão decidir a questão", afirmou.

- A informação publicada pelo jornal russo "Komsomolskaya Pravda" a dar conta da morte de quase dez mil soldados russos na Ucrânia foi colocada por um pirata informático, defendeu o meio de comunicação social.

- O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia anunciou esta terça-feira que a situação em Kherson, cidade controlada pelas forças russas, está a deteriorar-se. Segundo Oleg Nikolenko, cerca de 300 mil pessoas estão a enfrentar uma "catástrofe humanitária": comida e medicamentos estão a acabar.

- As forças de segurança ucranianas afirmaram ter desmantelado um plano dos serviços secretos russos para assassinar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

- Em declarações ao Parlamento italiano, o chefe de Estado ucraniano afirmou que "não resta nada em Mariupol, só ruínas".

- A Rússia avisou esta terça-feira que só usará armas nucleares se a sua própria existência for ameaçada, avança a agência de notícias estatal russa, citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

- O primeiro-ministro afirmou que Portugal já recebeu, até ao momento, 17.504 refugiados provenientes da Ucrânia, dos quais 6200 são menores.

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