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Ao fim de 35 anos, apenas os fantasmas vivem em Chernobyl

Ao fim de 35 anos, apenas os fantasmas vivem em Chernobyl

Corria a noite de 25 de abril de 1986. Em Portugal, terminavam os festejos de mais um ano de liberdade. No Norte da Ucrânia, nascia um dos dias mais negros da humanidade. Na central nuclear de Chernobyl, iniciavam-se testes de resistência ao reator número quatro.

Horas depois, na madrugada de 26, duas violentas explosões seguidas de um incêndio acendiam o rastilho daquele que viria a ser o maior desastre nuclear da História e que iria tornar aquela região ucraniana, na fronteira com a Bielorrúsia, uma zona-fantasma.

A promessa era de que as centrais nucleares não eram um perigo para a população e que as hipóteses de um colapso numa delas eram demasiado reduzidas. Mas as garantias dadas pelo Instituto Nuclear da então União Soviética caíram por terra no espaço de três meses.

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