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Covid-19

Apresentador de televisão brasileiro morre infetado pelo novo coronavírus

Apresentador de televisão brasileiro morre infetado pelo novo coronavírus

O apresentador de TV Rodrigo Rodrigues morreu esta terça-feira, aos 45 anos, internado num hospital da cidade brasileira do Rio de Janeiro, onde estava desde sábado para tratar complicações causadas pela covid-19.

Comunicador que conquistou muitos fãs graças ao seu estilo bem-humorado, Rodrigo Rodrigues teve passagens pela TV Cultura, Gazeta, Band e ESPN e trabalhava em programas desportivos do canal Sportv, do grupo Globo, desde 2017.

Rodrigues foi hospitalizado após sentir náuseas e desorientação, no último sábado. Os médicos descobriram que tinha um coágulo sanguíneo venoso cerebral, provavelmente causado pelo novo coronavírus.

Rodrigues passou por uma cirurgia no domingo e estava em coma induzido.

O jornalista apresentou o programa Troca de Passes pela última vez no dia 09 de julho, quando foi informado que um colega com quem teve contacto estava infetado. Quatro dias depois, fez um exame e foi diagnosticado com a covid-19. Desde então, cumpria isolamento em casa.

Depois da confirmação da morte, várias homenagens foram feitas nas redes sociais ao jornalista brasileiro por colegas de trabalho e fãs.

As principais equipas de futebol do país como, por exemplo, o Flamengo, do qual Rodrigo Rodrigues era adepto, Vasco, Fluminense, Palmeiras, São Paulo e Corinthians divulgaram notas nas redes sociais lamentando a morte do jornalista.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 2,4 milhões de casos e 87.618 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 654 mil mortos e infetou mais de 16,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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