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Arquivos dos EUA libertam mais de 10700 registos sobre morte de Kennedy

Arquivos dos EUA libertam mais de 10700 registos sobre morte de Kennedy

Os arquivos nacionais dos Estados Unidos da América (EUA) divulgaram na sexta-feira 10.744 registos do FBI, polícia federal, alguns dos quais secretos até agora, relacionados com o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963.

Esta é a quinta divulgação de documentos relativos ao assassinato de Kennedy este ano, segundo a agência de notícias norte-americana Associated Press (AP).

Os arquivos nacionais explicaram que 8336 destes documentos estão a ser libertados na sua totalidade, enquanto 2408 serão divulgados com informações limitadas. Um total de 144 registos está a ser tornado público pela primeira vez.

A maior parte da coleção, que inclui cerca de cinco milhões de páginas de registos, foi divulgada ao público, mas alguns documentos foram retidos ao longo dos anos para proteger pessoas, fontes de informação, métodos e segurança nacional.

Os documentos foram revelados ao abrigo de uma lei que o presidente George W. Bush assinou a 26 de outubro de 1992. Essa lei exige que todos os registos relacionados com o assassinato de Kennedy sejam divulgados no prazo de 25 anos, a menos que o presidente dos EUA entenda que isso prejudicaria informações, operações policiais, operações militares ou relações externas.

Em outubro último passaram 25 anos após a assinatura da lei e o presidente Donald Trump escreveu um memorando no qual dizia "não ter escolha" a não ser concordar com as solicitações de algumas agências governamentais para continuar a reter certas informações.

As agências governamentais têm até março para informar os arquivos nacionais porque é que parte destes registos devem continuar a ser secretos, na sequência do pedido feito por Donald Trump.

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