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Atirador que fez um morto no Arizona anda a monte

Atirador que fez um morto no Arizona anda a monte

Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas, esta quarta-feira, num tiroteio num complexo de escritórios em Phoenix, no Arizona, segundo um novo balanço da polícia norte-americana. O atirador anda a monte.

No local estiveram 50 carros da polícia e cerca de oito carros de bombeiros, uma vez que os edifícios se encontram próximos de uma estação de gás que foi, entretanto, desativada.

A polícia de Phoenix selou o acesso à zona onde aconteceu o tiroteio.

Este incidente acontece depois do apelo de Gabrielle Giffords, congressista do Arizona e vítima de tiroteio, exigindo ao Congresso "ações" para reduzir a violência relacionada com armas de fogo.

Gabrielle Giffords foi alvejada na cabeça em janeiro de 2011, quando se encontrava com eleitores em Tucson, no Arizona, num ataque que causou seis mortos e 14 feridos.

A legislação sobre armas de fogo tem estado na agenda política desde 14 de dezembro, dia em que um jovem armado atacou a escola primária de Newtown, no estado do Connecticut, causando a morte a vinte crianças e seis professores.

No sábado, milhares de manifestantes concentraram-se no centro de Washington, apelando para a proibição da venda de armas de guerra e à adoção de outras restrições a armas de fogo.

Na manifestação participaram perto de 100 residentes da cidade de Newtown, incidente que foi referido pelo presidente Barack Obama no seu discurso de tomada de posse, a 21 de janeiro.

Obama fixou o combate aos incidentes com armas de fogo como uma das prioridades para o seu segundo mandato.

O direito a recorrer a armas está protegido constitucionalmente e qualquer alteração tem previamente que ser aprovada por cada um dos 50 estados dos EUA.

Obama e os partidos mais à esquerda enfrentam a oposição do lóbi pró-armas, liderado pela National Rifle Association (NRA), que defende a presença de agentes armados nos estabelecimentos de ensino.

Alguns estados, como o Arizona, já anunciaram estar a ponderar autorizar os professores a irem para a escola armados, para prevenir futuros incidentes.

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