Covid-19

Austrália abranda restrições em Sydney

Austrália abranda restrições em Sydney

As autoridades australianas anunciaram este domingo o abrandamento de algumas restrições contra a covid-19 em Sydney, a cidade mais afetada pela pandemia, ao mesmo tempo que aumenta o ritmo de vacinação com mais de 36% da sua população inoculada.

A chefe de Estado de Nova Gales do Sul, Gladys Berejiklian, afirmou em conferência de imprensa que o relaxamento de algumas medidas entrará em vigor a partir de segunda-feira nas doze áreas mais afetadas da área metropolitana de Sidnei.

As novas regras incluem a eliminação do limite de duas horas para exercício e o aumento de duas para cinco pessoas vacinadas que podem reunir-se.

Dos 1607 novos casos anunciados este domingo, 1083 ocorreram em Nova Gales do Sul, 507 em Victoria e 17 na área metropolitana de Camberra, enquanto centenas de milhares de pessoas foram vacinadas em todo o país.

A Austrália, que até há algumas semanas tinha seguido uma política rigorosa de supressão do vírus, assumiu que terá de abrir o país, apesar de isso significar um aumento das infeções devido principalmente à variante Delta, mais contagiosa.

"Esta é a tensão, haverá sempre pessoas que pensam que não somos suficientemente rígidos e haverá sempre outras que pensam que somos demasiado rígidos. (...) É por isso que o nosso plano de abertura é muito cauteloso", disse Berejiklian.

No sábado, a polícia teve que usar gás pimenta contra manifestantes durante um protesto anti-confinamentos em Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália.

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Cerca de 1000 manifestantes reuniram-se em Richmond depois de o local inicialmente previsto para o protesto ter sido alterado no último minuto para fugir das autoridades.

Durante o protesto houve um confronto violento envolvendo um grupo de manifestantes, tendo-se registado várias detenções.

A maioria dos manifestantes desafiou os regulamentos ao não usar máscaras.

A covid-19 provocou pelo menos 4.667.150 mortes em todo o Mundo, entre mais de 226,96 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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