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Bolsonaro à tona tenta salvar eleições de 2022

Bolsonaro à tona tenta salvar eleições de 2022

Presidente brasileiro tem somado elevadas taxas de rejeição. Especialistas acreditam que para reconquistar o povo, chefe de Estado irá lançar "políticas populistas".

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, começa hoje o último ano de mandato. Mas a possibilidade de reeleição em 2022 parece estar cada vez mais distante. O líder conservador, escolhido para o cargo em 2018, soma agora a maior taxa de rejeição desde a redemocratização do Brasil, uma larga pasta de acusações criminosas, um país a enterrar-se na pobreza, com a pior taxa de desemprego dos últimos nove anos e a ser dizimado pela fome.

Perante os desastrosos resultados das sondagens, Bolsonaro já ativou a máquina política para o último ano eleitoral e está a tentar manter-se à tona do mar de promessas por cumprir. A estratégia parece ser a mesma há três anos: "medidas populistas" - como o reforço dos auxílios e subsídios - e "uma governação muito ideológica", antevê Carlos Fino, jornalista doutorado em Comunicação pela Universidade do Minho e ex-conselheiro da embaixada portuguesa no Brasil.

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