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Brasil solidário com o Equador na defesa da embaixada onde está Julian Assange

Brasil solidário com o Equador na defesa da embaixada onde está Julian Assange

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, defendeu, na sexta-feira, a inviolabilidade de representações diplomáticas e manifestou a sua solidariedade para com o Equador no âmbito do caso do fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange.

"Solidarizamo-nos com o Equador quando se trata de defender a inviolabilidade das instalações de representações diplomáticas no exterior", afirmou Antonio Patriota em declarações ao diário "O Globo", apontando que considera "fundamental" cumprir com as obrigações decorrentes da Convenção de Viena, da qual o Reino Unido é signatário.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, disse na quinta-feira que o Reino Unido não vai deixar Julian Assange sair livremente, depois de o Equador ter decidido conceder asilo político a Julian Assange, refugiado há dois meses na embaixada equatoriana em Londres, para evitar a extradição para a Suécia.

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De acordo com o presidente do Equador, Rafael Correa, o fundador do WikiLeaks, pode "ficar indefinidamente" na embaixada do seu país em Londres, dado que Londres "não lhe vai dar um salvo-conduto".

O governo equatoriano anunciou na quinta-feira que concedia asilo político a Julian Assange. A Suécia pede a extradição do cidadão australiano para responder por acusações de violação e agressão sexual.

Se for extraditado para a Suécia, Assange diz correr o risco de nova extradição para os Estados Unidos para responder por espionagem, após a divulgação no WikiLeaks de 250 mil telegramas diplomáticos norte-americanos.

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