Covid-19

Camiões carregados e hospitais a postos: Reino Unido pronto para administrar vacinas

Camiões carregados e hospitais a postos: Reino Unido pronto para administrar vacinas

O primeiro país ocidental a licenciar uma vacina contra a covid-19 - a da Pfizer/BioNTech - vai começar para a semana a administrar vacinas aos grupos prioritários: profissionais de saúde, residentes de lares de idosos, cuidadores, idosos e outros cidadãos vulneráveis.

Está tudo a postos, no Reino Unido, para o arranque do plano de vacinação contra a covid-19, já na próxima semana. O anúncio foi feito, há dias, pelo primeiro-ministro Boris Johnson, e encarado com alguma surpresa pelo resto do mundo.

A vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada para utilização de emergência pelos britânicos depois de os ensaios clínicos terem demonstrado 95% de eficácia. O Reino Unido, que é, assim, o primeiro país ocidental a licenciar uma vacina contra o SARS-CoV-2, comprou 40 milhões de doses, o que será suficiente para vacinar 20 milhões de pessoas (com duas doses cada uma). Ainda assim, não terá logo acesso à totalidade da encomenda.

As primeiras doses, que chegaram ao país vindas da fábrica da Pfizer de Puurs, na Bélgica, serão administradas aos grupos prioritários: profissionais de saúde, residentes de lares de idosos, cuidadores, idosos e outros cidadãos mais vulneráveis.

De recordar que, durante o transporte, as vacinas desenvolvidas pela empresa de biotecnologia alemã têm de ser mantidas a uma temperatura que pode variar até dez graus: entre 60 e 80 graus Celsius negativos, sendo o valor ideal 70 graus negativos. Por isso, os frascos são colocados juntamente com gelo seco dentro de caixas concebidas especialmente para o efeito - capazes de suportar temperaturas extremas.

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O centro de vacinação do Hospital Universitário de Coventry já está a postos para dar início à vacinação.

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