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Cimeira da Democracia aumenta tensão entre EUA e China

Cimeira da Democracia aumenta tensão entre EUA e China

Biden deixa Pequim fora do encontro, elevando apreensão entre países. Iniciativa está a ser alvo de críticas.

Defender a democracia, combater a corrupção e preservar os direitos humanos foram algumas das bandeiras que o presidente dos EUA, Joe Biden, levantou durante a campanha eleitoral. Agora, concretiza as promessas numa cimeira internacional que pretende fazer frente às ambições expansionistas dos países autocráticos, em particular a China. A Cimeira da Democracia, que decore a partir de Washington, reúne chefes de Estado e de Governo de 110 países.

Mas os críticos do encontro questionam os critérios em que se basearam os convites aos países. "O critério é a lógica dos interesses. Se começarmos a procurar racionalidade para justificar a escolha dos Estados vamos ter dificuldade em compreender, porque encontramos países que não fazem sentido estar na lista", refere Jorge Tavares da Silva, professor de Relações Internacionais na Universidade do Minho (UM), explicando que é preciso "interpretar este fenómeno à luz do jogo de interesses".

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