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Comem-se cães e pombos para matar a fome em Mariupol

Comem-se cães e pombos para matar a fome em Mariupol

Cem mil civis resistem na cidade portuária sitiada pelas tropas russas. Não há luz, comida e água para sobreviver.

A "cidade heroica", apelidada pelo presidente ucraniano Zelensky, está a sobreviver aos contínuos bombardeamentos do exército russo. Alguns perspetivam que estará por dias a ocupação plena do município portuário de Mariupol. Até lá, milhares resistem e lutam segundo a segundo: protegem-se das bombas, bebem gotas de água de canos de esgotos e comem tudo o que encontram, como cães e pombos, para aguentar mais um dia.

"Apanhamos um cão vadio, que já não estava bem. Estávamos tão desesperados que o cozinhámos. Estávamos famintos e até tenho vergonha de contar isto", diz Alexandr Volodko, estudante de 21 anos, que conseguiu falar com o jornal britânico "The Telegraph", através das redes sociais.

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