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74.º dia de conflito

Da surpresa dos U2 em Kiev à autorização para caminhar em Mariupol

Da surpresa dos U2 em Kiev à autorização para caminhar em Mariupol

Ao 74.º dia de guerra, uma estação de metro em Kiev foi palco da atuação surpresa dos U2. Bono elogiou a luta da Ucrânia pela "liberdade" e fez a sua própria oração "pela paz". Um ataque russo a uma escola em Bilohorivka, no leste do país, matou pelo menos duas pessoas, sendo que haverá 60 civis nos escombros do edifício. De Mariupol continuam a chegar notícias perturbadoras: quem não abandonou a cidade portuária precisa de uma autorização russa para andar na rua. Não há ainda acordo entre os estados-membros da União Europeia para a proibição da importação do petróleo russo.

- As forças russas bombardearam uma escola na vila ucraniana de Bilohorivka, matando pelo menos duas pessoas, avançou Serhiy Gaidai, governador da região de Lugansk. Haverá cerca de 60 civis nos escombros do edifício.

- Informações divulgadas pelo Gabinete do Procurador-Geral da Ucrânia indicam que a guerra com a Rússia matou pelo menos 225 crianças e feriu 413. Os números serão bastante superiores, já que não incluem dados das cidades mais afetadas pelo conflito.

- A Organização Mundial da Saúde (OMS) documentou 200 ataques a instalações de saúde na Ucrânia desde o início da invasão russa, a 24 de fevereiro.

- O Reino Unido vai fornecer mais 1,52 mil milhões de euros em apoio militar e ajuda à Ucrânia.

- Zelensky comparou a invasão da Ucrânia por Putin às ações dos nazis na II Guerra Mundial, numa altura em que a Ucrânia assinala o Dia de Recordação e Reconciliação. Christopher Miller, do "Politico", divulgou o vídeo do presidente ucraniano. Nele, o chefe de Estado questiona: "Nunca mais? Tente dizer isso à Ucrânia" e faz comparações entre a batalha da Ucrânia contra a Rússia e a luta contra o fascismo na II Guerra Mundial. Para Zelensky, quando a Rússia invadiu o país, "a palavra 'nunca' foi apagada".

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- O secretário-geral da NATO disse, este domingo, que a Aliança "não viu nenhuma mudança" na estratégia nuclear de Moscovo, alertando para a necessidade de se estar preparado para "mais destruição massiva" por parte da Rússia na guerra.

- O presidente russo, Vladimir Putin, enviou, este domingo, mensagens de felicitações por ocasião do 77.º aniversário da vitória sobre a Alemanha nazi aos líderes e cidadãos de vários países da ex-União Soviética. "O nosso dever comum é impedir o renascimento do nazismo, que trouxe tanto sofrimento aos povos de vários países. É necessário preservar e transmitir (...) a verdade sobre os acontecimentos da guerra, valores espirituais comuns e tradições de amizade e irmandade", defendeu.

- O autarca de Mariupol, Vadym Boichenko, disse à BBC que as 100 mil pessoas que ainda vivem na cidade portuária sitiada precisam de uma autorização para andar na rua e uma outra autorização para sair da cidade.

- O Estado-Maior das forças armadas ucranianas denunciou, este domingo, preparativos russos para um combate "iminente" na Transnístria, território separatista na vizinha Moldávia.

- Ao 74.º dia de conflito, uma surpresa musical. Bono e The Edge, dois membros da banda irlandesa U2, atuaram numa estação de metro em Kiev.

- A primeira-dama dos EUA, Jill Biden, fez, este domingo, uma visita não anunciada ao oeste da Ucrânia, realizando uma reunião surpresa no Dia das Mães com a primeira-dama do país, Olena Zelenska.

- Os soldados ucranianos que estão há várias semanas nas galerias subterrâneas do complexo siderúrgico de Azovstal, em Mariupol, garantiram que não se vão render à Rússia.

- Os Estados-membros da União Europeia (UE) não conseguiram chegar, este domingo, a acordo para proibir as importações de petróleo da Rússia, devido à guerra na Ucrânia, perante a dependência energética de alguns países.

- O grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G7) comprometeu-se este domingo a proibir ou eliminar gradualmente as importações de petróleo russo, anunciou a Casa Branca.

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