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Sri Lanka

Detidos 13 suspeitos de ataque contra hotéis e igrejas

Detidos 13 suspeitos de ataque contra hotéis e igrejas

13 pessoas foram detidas por suspeitas de envolvimento na vaga de explosões que atingiu o Sri Lanka este domingo e fez, pelo menos, 207 mortos, anunciou o primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe.

Segundo um porta-voz da polícia, citado pela agência The Associated Press, 13 pessoas foram já detidas por suspeita de envolvimento nos ataques deste domingo. Antes, o primeiro-ministro cingalês, Ranil Wickremesinghe, tinha anunciado a detenção de oito pessoas.

Ainda de acordo com o porta-voz da polícia local, além das 13 detenções, foi apreendido um veículo que deverá ter sido usado para transportar os suspeitos para Colombo. Além disso, as autoridades identificaram uma casa usada pelos suspeitos.

"Até agora os nomes são nacionais", mas os investigadores estão à procura de eventuais "ligações com o estrangeiro", declarou o chefe do Governo na televisão, sem dar mais detalhes.

Ao todo somam-se oito explosões. A capital, Colombo, foi alvo de, pelo menos, quatro explosões, em três hotéis de luxo e uma igreja. Duas outras igrejas foram também alvo de explosões, uma em Negombo, a norte da capital e onde há uma forte presença católica, e outra em Batticaloa, no leste do país.

Os hotéis de luxo onde se registaram as explosões são o Kingsbury Hotel, o Shangri-La e o Cinnamon Grand Colombo.

As explosões ocorreram "quase em simultâneo", pelas 8.45 horas (3.15 horas em Portugal continental), de acordo com fontes policiais citadas por agências internacionais.

Surgiu mais tarde a indicação de outra explosão num hotel perto do jardim zoológico em Dehiwala, nos arredores da capital, que causou dois mortos, e outra num complexo de vivendas no distrito de Dematagoda. A polícia indicou que esta oitava explosão foi um atentado suicida e que vitimou três agentes, segundo a agência AFP.